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Plano de migração para SAP S/4HANA

Um modelo gratuito de plano de migração para SAP S/4HANA montado em torno da decisão que muda todo o resto: converter o sistema ECC existente no lugar (brownfield) ou construir uma implantação nova e migrar para dentro dela (greenfield). Este plano mostra o caminho de conversão, porque é aquele cujo cronograma é dominado pela remediação de código próprio e por ensaios repetidos de cutover, e não pelo desenho de processos. Se o seu caso for levantar um ERP do zero, comece pelo cronograma de implantação de ERP.

Prévia do modelo com as fases em uma linha do tempo

O que o modelo contém

Uma conversão não é um projeto que termina no go-live — termina quando a janela de congelamento fecha e os saldos batem. As barras abaixo colocam os ensaios de cutover e o congelamento onde eles de fato ficam:

Duas coisas afundam cronograma de conversão. A primeira é o código próprio: o relatório de prontidão vai listar milhares de ocorrências, a maioria trivial e um punhado estrutural, e até alguém triá-las você não tem uma estimativa — tem um número de objetos. A segunda é o congelamento do negócio. As equipes planejam um fim de semana e descobrem que o congelamento de lançamentos, de dados mestres e de transações em aberto começa de fato vários dias antes e não é liberado enquanto a conciliação não fechar. Planeje o congelamento como evento de negócio, com donos nomeados, e não como janela técnica — e no Brasil ainda cheque o calendário das obrigações acessórias antes de escolher a data, porque emissão de nota e entrega de SPED não param só porque o seu cutover começou.

Como adaptar

  1. Se o seu caso for implantação nova, e não conversão, apague as fases de remediação e de ensaio de cutover e reconstrua em torno do desenho de processos — os formatos são realmente diferentes.
  2. Fixe primeiro o fim de semana do cutover de produção e conte para trás; os ensaios de cutover são a única estimativa confiável de quanto tempo isso leva.
  3. Divida a remediação de código próprio em ondas por dono do objeto, e não por quantidade de objetos, para que as barras correspondam a quem de fato faz o trabalho.
  4. Alongue a janela de congelamento se você tiver volume alto de transações no fechamento, e evite rodar o cutover atravessando virada de período fiscal.
  5. Acrescente linhas para cada interface e sistema satélite — conversões costumam quebrar as integrações antes de quebrar o próprio SAP.
  6. Trate a localização brasileira como frente própria, com barras para as notas fiscais eletrônicas, os blocos do SPED e a integração com o middleware fiscal; ela raramente se comporta como o resto do código Z.
  7. Acrescente um quarto ensaio de cutover se o terceiro ainda não tiver terminado dentro da janela disponível.

Dicas de cronograma

Este modelo está em português. Páginas relacionadas ainda não traduzidas abrem em inglês.

Perguntas frequentes

Quanto tempo leva uma migração para SAP S/4HANA?

Uma conversão de sistema costuma levar de doze a vinte meses, dependendo do volume de código próprio e do número de interfaces. O modelo usa cerca de dezesseis meses. Implantações novas variam muito mais, porque o cronograma é comandado pelo desenho de processos, e não pela remediação.

Qual a diferença entre brownfield e greenfield?

Brownfield é conversão de sistema: você mantém configuração, histórico e código próprio existentes e converte o ambiente no lugar. Greenfield é uma implantação nova para dentro da qual você migra dados selecionados. Cronogramas brownfield são dominados por remediação de código e ensaios de cutover; cronogramas greenfield são dominados por desenho de processos e gestão da mudança. Este modelo mostra o caminho brownfield.

Como isso se diferencia do cronograma de implantação de ERP?

O cronograma de implantação de ERP pressupõe que você está selecionando e implantando um sistema do zero — escolha de fornecedor, desenho de processos, parametrização, migração de dados e treinamento. Este plano pressupõe que o SAP já roda e que você está convertendo, então as fases pesadas são remediação de código próprio e ensaios repetidos de cutover.

O que a localização brasileira acrescenta ao plano?

Uma frente inteira. Nota fiscal eletrônica de produto e de serviço, os blocos do SPED fiscal e contábil, a apuração de tributos e o middleware que conversa com a SEFAZ costumam ter código próprio antigo e forte acoplamento a tabelas que a conversão mexe. Reserve barras específicas de análise, remediação e teste ponta a ponta de emissão fiscal, e coloque o calendário das obrigações acessórias ao lado da data escolhida para o cutover.

Quantos ensaios de cutover eu preciso?

Três é o número usual de planejamento e o modelo usa três, seguidos de um ensaio geral. Cada um roda o runbook completo sobre volumes de produção e é cronometrado; se o terceiro ainda estourar a janela disponível, acrescente um quarto em vez de comprimir o de verdade.

Quanto tempo deve durar o congelamento do negócio?

Mais do que o cutover técnico. Lançamentos, alterações de dados mestres e encerramento de transações em aberto normalmente congelam vários dias antes de a conversão começar e continuam congelados até a conciliação passar. Use os tempos dos seus ensaios de cutover para dimensioná-lo, em vez de chutar, e comunique ao negócio com semanas de antecedência.

O modelo de migração para SAP S/4HANA é gratuito?

Sim. Downloads gratuitos em Excel, PowerPoint e CSV, e edição online gratuita, sem cadastro.

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