O que o modelo contém
Quatro trimestres e os blocos que sustentam o ano:
- T1 — arranque e definições — Metas, aprovação orçamentária, continuidade das frentes em curso. Marco: plano aprovado.
- T2 — execução — As grandes iniciativas engrenam; primeiros resultados e correção de rota.
- T3 — meio de ano — Balanço semestral, ajuste orçamentário, repriorização para o fim do ano.
- T4 — fechamento e preparação — Fechamento, avaliação, preparação do ano seguinte. Marco: plano do próximo ano pronto.
Fique no nível de iniciativa. Um plano anual com 200 tarefas deixa de ser mantido em março e de ser acreditado em junho. De doze a vinte barras bastam para contar um ano.
Como adaptar
- Passe para granularidade trimestral ou mensal — semana é fina demais para um ano.
- Coloque primeiro as datas fixas: feiras, fechamentos, picos sazonais, férias coletivas.
- Acrescente uma linha por área se o plano for transversal.
- Marque as viradas de trimestre como marcos: é ali que se corrige a rota.
Dicas de cronograma
- No máximo cinco grandes iniciativas. Nenhuma organização entrega mais em um ano.
- As datas fixas formam a moldura. O resto se ajusta a elas.
- Mantenha o T4 aproximado. O que se define em janeiro para outubro raramente se confirma.
- Revise por trimestre, não uma vez por ano.
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Perguntas frequentes
Qual o nível de detalhe de um plano anual?
Nível de iniciativa: de doze a vinte barras. Tarefas pertencem ao plano trimestral ou mensal.
Quando montar o plano anual?
No último trimestre do ano anterior, com o orçamento definido. Sem orçamento, é lista de desejos.
Com que frequência revisar?
Uma vez por trimestre em profundidade. Mais que isso não rende nessa granularidade.